sexta-feira, 20 de maio de 2011

Vergonha: quando você, que já estava há uns 10 minutos conversando com o caixa da casa de câmbio, enfia sua testa com vontade no vidro de proteção...

sábado, 7 de maio de 2011

Bebedeira: quando, depois de algumas muitas taças de vinho, você é convencida a ir àquela festa, mas decide levar um pão sírio no bolso da calça jeans porque, sei lá, né, vai que precisa?

terça-feira, 3 de maio de 2011

Intimidade. S.f. 1. quando a criatura vê uma foto sua e diz "que vestido bonito! E realçou as peitcholas, hein?"

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Oiê! Eu voltei!
Nesse meio tempo muitas águas rolaram, mas tem uma coisa que foi muito marcante e sobre a qual eu quero falar muito: meu casamento!
Antes de mais nada: FOI LINDO! E foi mesmo!
Aconteceu em Morro de São Paulo, na Bahia. Fiz cabelo e maquiagem em uma pousada e me vesti em outra, pois na primeira o jipe não chegava (é isso mesmo, jipe. Morro de São Paulo não tem carros, todo mundo anda a pé. Há apenas alguns poucos veículos motorizados. Como eu era a noiva, mereci andar em um deles!). Foi ótimo sair toda penteada e escutar as pessoas gritando "É a noiva! Tchau, noiva! Olha, a mãe da noiva vem atrás!", até chegar no lugar onde me vesti! Rs! E depois, quando eu estava na rua já vestida de noiva mesmo, esperando o carro, todas aquelas pessoas que iam chegando junto, aparecendo nas janelas das casas e desejando felicidades, pedindo para tirar fotos comigo, perguntando se podiam ir ao casamento! Dia de celebridade!!
Dentro do jipe, a ansiedade ia crescendo ...
Quando cheguei a cerimonialista me entregou o buquê e já fui entrando, nem deu tempo de pensar. De repente eu estava numa espécie de transe, meio que flutuando com meu pai, errando o caminho do altar, sem identificar bem ao certo os rostos que me sorriam no caminho. Acho que já cheguei chorando no Jorge!
A cerimônia foi linda, todo o ritual com as frutas (simbolizam a fertilidade), o mel (a doçura no relacionamento), o vinho (prosperidade), a vela (luz para guiar o casal) e o linho (pureza)... fora o discurso emocionante sobre os nossos papéis no relacionamento: o Jorge de zelar pela nossa história, e eu de cuidar e nutri-lo! (o Jorge é historiador e eu, médica).
Quando a gente estava saindo e os convidados já jogavam arroz na gente, o Jorge se lembrou que tinha escrito um texto para ler no altar! Ele começou a chamar todo mundo de volta, e todo mundo voltou! Leu uma homenagem ao pai, que faleceu ano passado. E leu um poema que ele havia feito para mim há alguns anos, com pequenas modificações. Quase todo mundo chorando nessa hora...
Começou então a chover! Sério, a cerimônia tinha acabado de acabar e começou a chover! E fomos receber os cumprimentos. A chuva caindo lá fora e eu chorando lá dentro! As pessoas abraçavam forte, muitas choravam junto comigo! Quando acabou, eu parecia um panda, a maquiagem toda borrada! Minha irmã tinha levado um kit maquiagem e corrigiu a bagunça.
Em seguida a primeira dança, com la vie en rose na voz de Louis Armstrong. Ai!
Depois passeamos pela salão, conversamos um pouco... e já era hora de jogar o buquê!
Essa parte foi divertida, mas sem grandes novidades.
E, de repente, a chuva parou. É, assim com veio, foi. Só que quando ela foi embora levou todas as nuvens juntas e deixou aparecer uma lua LINDA no céu, que refletia no mar!!! Um presentão! Todos os convidados desceram pra areia nessa hora, todo mundo pulando, gritando, se divertindo e admirando a lua! Algo realmente fenomenal!
O bolo foi partido às pressas, parte da família já queria ir embora, mas queria também comer o bolo. Como foi meio corrido (na verdade eu queria cortar logo pra voltar pra pista) e os pratos e talheres ainda não estavam na mesa, o primeiro pedaço foi abocanhado com os dedos! Rs!
E o momento "I will survive"? Henrique e PT (dois grandes amigos) fazendo uma performance hilária ao som do hit dos anos 70!
Lá pela 1h a festa no restaurante teve que acabar. A família já tinha ido embora (a cerimônia estava marcada para as 16h), e nós e nossos amigos guerreiros fomos voltando pela praia da quarta à segunda praia, onde ficamos conversando, rindo e tomando o resto do uísque e do champanhe da festa. Até o sol nascer!
Voltamos então pra pousada, onde tomamos um banho delicioso e caímos na cama, exauridos de tão felizes que estávamos mas o casamento só foi consumado no dia seguinte, rs !!
Gente, foi simplesmente fantástico! Com todos os problemas (o som e o dj deram uns problemas que não merecem maiores comentários, além do término precoce da festa e alguns imbróglios familiares), ainda assim foi a festa mais maravilhosa que eu participei! Todo mundo tão feliz, tão alegre! E no dia seguinte, a galera ressaqueada se encontrando na praia, comentando a festa, tomando banho de mar... a família reunida, tomando café da manhã!
Os comentários foram tão positivos, pessoas dizendo que foi o melhor casamento que já foram, até a mãe do Jorge (que não gosta de festas e tem horror a casamentos) se divertiu!
Casar na praia foi a melhor decisão que nós tomamos. Mesmo com os riscos, a dor de cabeça, ter que aceitar fornecedores de menor qualidade, valeu tudo a pena. E eu faria tudo de novo!! Aliás, já estamos planejando as bodas! Em Cancun!! Rs!

A cerimônia

As alianças sendo abençoadas

Discurso!

I feel good!

Retocando a maquiagem, após chorar descompensadamente

Primeira dança

Estava aberta a pista de dança!

Hora de jogar o buquê: "cadê as solteiras?"

Olha que lua linda! Foi mesmo um presente!

Depois que a lua apareceu, todo mundo foi pra praia

É festa!



Momento "I will survive", com Henrique e PT dando um show!
Cortando o bolo

O povo indo embora pela praia

E no dia seguinte, a praia!

Conclusão: que casamento Real, que nada. O casamento do Jorge com a Débora é que foi antológico! Rs!

sexta-feira, 18 de março de 2011

O que fazer quando, no meio da consulta, você que está de TPM flagra o guri com o seu estetoscópio enfiado no nariz?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Eu estava falando no celular com a moça da farmácia, enquanto esperava uma vaga no estacionamento. Como um carro vinha na direção contrária, fiquei parada para dar passagem, antes de entrar na vaga. O outro carro ficou um tempo parado, até que o motorista (um senhor mal humorado) arrancou e veio me dizer desaforadamente que não ia ficar parado enquanto eu telefonava. Mandei ele ir se f***, claro. Então escuto, do outro lado da linha: "como é, senhora?". Até eu explicar que não era com ela...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Pior do que bater o carro, é batê-lo em uma daquelas barras de ferro que ficam próximas às calçadas. Porque aí, a idiota é você!!!! $%#@^&!!!